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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Os primeiros cuidados com o bebê e o pós parto – Parte final do Plano de Parto


Esse é o ultimo post sobre o Plano de Parto! É um plano de parto que inclui o depois do parto e não só os cuidados com a mulher, mas também com o bebê.

As mulheres que tem o seu parto normal ou natural gastam muita energia e a emoção do parto se mistura com o amor pelo bebê o cansaço e a energia que vem logo em seguida. Esse momento deve ser o mais intimo possível da família! Fotos também são muito bem vindas (atenção para o flash incomodando o mais novo membro da família).

O contato pele a pele mãe e bebê imediatamente após o parto deve estar presente em todos os Planos de Partos. Sabe-se que esse é um momento do estabelecimento do vínculo entre os dois, um reconhecimento emocional e estimulado por hormônios de quem viveu como um só por 40 semanas, mais ou menos. Esse contato pele a pele, mantendo o bebê seco, independente de qual for o tipo de parto, pode ser feito e ajuda inclusive o recém nascido a manter a sua temperatura e a aprender a controlá-la.

Os cuidados mais imediatos com o bebê como aspirar a narina e garganta, se necessário, e medir o APGAR (saiba mais sobre isso no clicando aqui) podem ser feitos no colo da mãe! É legal combinar isso com a equipe pediátrica. Esse momento imediatamente após o parto é também a hora de estimular a amamentação. Amamentar e sugar na primeira meia hora de vida é um dos fatores fundamentais para um bom aleitamento materno prolongado. Estimula o colostro a descer, acalenta o bebê, ajuda o bebê a aprender a coordenar seu reflexo de sucção para uma boa pega e estimula a produção de ocitocina natural, auxiliando na expulsão da placenta.

Não abra mão nunca de colocar o seu bebê para sugar no peito imediatamente após o parto em nenhuma situação. É claro que, como sempre, falamos aqui de bebês que nascem a termo e saudáveis, em casos extraordinários e adversos é necessário uma avaliação.

Falando da expulsão da placenta, o melhor é que ela saia naturalmente. Alguns hospitais tem como protocolo aplicar ocitocina artificial para ajudar na expulsão da placenta. Esse procedimento pode ser discutido com a equipe e realizado se necessário. Ah! Depois que a placenta for verificada você pode pedir para levar com você para casa!

Bom, se falamos de placenta, logo pensamos no cordão umbilical. O Plano e Parto deve conter o desejo da família quanto ao clampeamento e corte dele. O pai pode querer cortar, ou outro membro da família. E a mulher pode solicitar o clampeamento tardio do cordão umbilical, isso quer dizer, alguns minutos após o parto, quanto parar de pulsar, permitindo eu o sangue nele passa para o bebê e diminuindo as chances posteriores de anemia. Esse clampeamento tardio não é possível nos casos em que a família optar por colher células troncos do cordão umbilical para armazenar ou doar.

A mulher pode ainda destacar seus desejo quanto aos cuidados com o bebê, como:
- O banho: é bom saber o protocolo no caso de partos hospitalares, mas é possível, independente deste, que o banho seja dado pela mãe no dia seguinte, mantendo o vernix - camada branquinha que fica na pele dos bebês - para proteção e nutrição da pele.
- Vitamina K: é ministrada normalmente por seringa, e ajuda a evitar uma futura anemia. Existe também um tipo que é ministrado via oral. É necessário verificar no hospital essa disponibilidade.
- Nitrato de Prata: ministrado em gotas, nos olhos de todos os bebês e vagina das meninas. É usado como protocolo de rotina, mas só tem função no caso de mulheres com exame positivo para gonorréia, evitando a sua transmissão para o bebê. Essas gostas ardem e deixam os pequenos com os olhos inchados. É importante discutir com o obstetra e pediatra a real necessidade desse procedimento.

Depois do parto, em um parto normal, a mulher já pode tomar banho e caminhar com tranquilidade. Deve também ter acesso a comida e líquidos, já que gastou muita energia. As mulheres que tomaram anestesia precisam ser monitoradas para possíveis efeitos colaterais e só podem caminhar depois de avaliadas quanto a mobilidade da perna, para a sua segurança. As mulheres que passaram por cesárea têm cuidados mais específicos, já que acabaram de passar por uma cirurgia abdominal extensa. Independente do tempo de observação necessário para cada mulher, em cada situação, a mulher tem direito a ter um acompanhante com ela, é lei!

Se a mãe desejar pode solicitar, pessoalmente e no plano de parto, que todos os cuidados com o bebê, os mencionados nesse post, outros e ainda as vacinas, sejam realizados na sua presença. O que fica fácil de acontecer quando o alojamento conjunto mãe-bebê. Ou seja, para a tranquilidade e saúde de todos, mãe e bebê devem ficar juntos, dia e noite, com a amamentação em livre demanda.

Algumas mulheres gostam de colocar no Plano de Parto um destaque para eventos inesperados. No entanto, penso que eventos inesperados são inesperados. Ou seja, devem ser lidados a medida em que surgem. O Plano de Parto é construído com o principal objetivo de criar um canal de comunicação aberto entre a mulher e a equipe que a acompanha, além de promover um parto humanizado, independente do local e forma com que aconteça. Então, se as situações e eventos inesperados forem lidados com confiança, respeito, cuidado e muita comunicação vão transcorrer com maior naturalidade e tranquilidade para todos.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Dieta da mãe é exemplo para alimentação do filho

Estudo com pré-escolares mostra que hipertensão e colesterol alto já se manifestam precocemente, contribuindo para risco futuro de doenças renais e cardiovasculares.

Para que a criança tenha uma alimentação saudável não basta a mãe apenas dizer o que ela deve comer. É preciso também dar o exemplo. Foi o que concluiu a nutricionista Adriana Cândida da Silva em sua dissertação de mestrado, defendida na Faculdade de Medicina da UFMG. Ela acompanhou 60 crianças com idades entre 2 e 6 anos matriculadas em creches e escolas públicas da região nordeste de Belo Horizonte. A nutricionista encontrou parâmetros nutricionais similares entre os filhos e suas mães.
O percentual de crianças que podiam ser consideradas acima do peso ou obesas foi de 11,7%. Quando a mãe possuía um quadro de sobrepeso ou obesidade, a probabilidade da criança apresentar o mesmo estado nutricional alcançava 85,7%. No sentido oposto, nos casos em que a balança registrava um peso adequado para a mãe, a chance do filho apresentar a mesma condição foi de 96%.

Segundo a autora, isso se deve ao fato da criança, principalmente na idade estudada, tomar a mãe como exemplo para o desenvolvimento de hábitos de vida, adequados ou não. O comportamento alimentar não escapa dessa regra. “O que a mãe come é muito representativo para a criança”, afirma Adriana.

Por isso, quando a dieta materna incluía o consumo em excesso de gorduras e açúcares – principalmente alimentos como margarina, refrigerante, doces e frituras – e, ao mesmo tempo, baixa ingestão de frutas e verduras, a criança frequentemente se alimentava de forma similar. “Isso é um risco, pois uma dieta como essa pode levar a doenças renais ou cardiovasculares no futuro”, alerta a autora.

No estudo, 35% das crianças apresentaram quadro de hipertensão ou pré-hipertensão arterial e 3% tinham níveis elevados de colesterol e triglicérides. Outra constatação importante foi o fato das crianças estarem aparentemente saudáveis, sem nenhum sinal que indicasse essas alterações.

Prevenção precoce

Por isso, Adriana ressalta a importância de construir um comportamento alimentar adequado nas crianças desde cedo. “Segundo psicólogos, nossas preferências alimentares são definidas até os seis anos de idade. É o período ideal para começarmos esse trabalho de orientação alimentar e de hábitos de vida”, afirma.

No entanto, é importante conseguir maior envolvimento dos pais e outros cuidadores, superando a pouca importância que por vezes é dada à alimentação adequada das crianças. Um sintoma desse desinteresse foi a baixa participação de pais na pesquisa, o que inviabilizou a comparação também com eles. E mesmo entre as mães participantes, a adesão à consulta de retorno foi pequena, segundo Adriana. “Em geral, a correria do dia a dia faz com que essas questões sejam postas de lado”, reconhece.

Para contornar esse problema, ela sugere que a participação dos pais seja aliada a de profissionais que atuam nas creches, escolas e unidades básicas de saúde. Dessa forma, poderia ser traçado um plano de ação que contemplasse a criança em todos os momentos do seu dia. “Se as crianças tiverem aulas de educação alimentar na escola e se cultivarem o hábito de alimentação saudável, daremos um passo importante para a prevenção de doenças crônicas não transmissíveis no futuro”, conclui Adriana.
 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Dia Mundial de Combate à AIDS - ACALANTO APOIA

Hoje, é um dia ara refletirmos...
Nos últimos 10 anos as taxas de incidência, isso quer dizer, casos novos, da AIDS no Brasil estão estáveis e o númeor de mortes vem diminuindo. Esses dados são bons e são ruins.

São bons porque na perspectiva da saúde pública estamos conseguindo controlar a epidemia. São bons porque quem tem AIDS hoje tem uma boa expectativa de vida se segue o tratamento adequado. São bons porque o SUS pode propiciar a todos os brasileiros com AIDS o melhor tratamento que existe. 

Mas são também ruins porque quer dizer que ainda tem gente pegando AIDS, ainda tem pessoas que não se previnem, usando a camisinha. E, aqui no Brasil, os casos novos de AIDS estão aumentando entre os homosexuais (antigamente AIDS era considera doençã de "gay", depois perdeu esse estigma e os homossexuais passaram a se previnir, hoje parece que essa consciencia e preocupação em prevenção diminuiu, especialmetne entre os jovens, o que é desperadamente preocupante!) e também entre as mulher casadas ou com parceiros fixos (isso mesmo, ser casada ou com parceiro fixo não significa que não precisa mais usar camisinha! As mulheres precisam ficar expertas e exigir seu direito de proteção, usando a camisinha SEMPRE!). 

A prevenção é a chave. USAR A CAMISINHA SEMPRE! 

E para aqueles que já tem o vírus, a chave é o tratamento. E todos precisam saber que podem ter uma vida normal. As mulheres inclusive podem engravidar e ter um parto normal. Já famos sobre o assunto aqui no blog no texto HIV/AIDS, gravidez e amamentação. E o Ministério da Saúde tem também um site bacana que dá orientações sobre o assunto, de cuidados durante a gravidez, cuidados com o recém nascido e o direito de todas as mulheres grávidas de serem testadas para a soropositividade no inicio da gravidez. Direito das mulheres e dever das mães no cuidado com seus filhos.

Hoje, para refletirmos mais sobre o assunto, coloco aqui o relato de uma gestante HIV positivo. O relao foi retirado de um artigo muito bacana que também vale a pena ler na íntegra. É só clicar aqui para ler!

E confiram o relato delicado e emocionante...

"Eu já sou, né? Fazer o que, né? Fazer mais nada, eu fico com medo do nenê nascer também positivo. É muito difícil. Em relação à gravidez ela não é dolorosa. Porque pra mim, na primeira gravidez foi muito dolorosa até eu descobrir que eu poderia tomar o AZT, e que diminuiria a chance do bebê nascer positivo, sem o vírus. Mas ele vai nascer, entendeu, ele vai nascer. Só que as chances são poucas, entendeu? Dela se curar nos primeiros meses de vida, que são aquelas dos nove meses pelo que eu sei pra negativar. Eu pergunto, ninguém sabe me responder, ninguém sabe. Eu converso com as pessoas que têm e tiveram filhos. Uma fala que antes de 1 ano negativou, outros falam, 2 meses de vida meu nenê negativou. Uma fala, meu filho não nasceu com HIV, entendeu? Eles dizem que o bebê tem chance de não ter o vírus, que ele terá que fazer exames de 5 a 6 meses e depois negativar. 

Mas eu fico com complexo de culpa dela nascer, ela vai começar a passar por uma fase muito difícil, que é todo mês ir no médico, tirar sangue, tomar remedinho. Eu acho que dói quando a gente vê, depois que a criança nasce, é você ver ela ser furada, furada, furada, porque tem que fazer os exames, né? E o que dói mesmo é isso! Mas eu acho que nesse eu vou encarar mais de frente! Agora, espero que tudo vai dar certo, né? Eu não deixo pegar assim na cabeça, “mas eu tenho HIV, meu nenê, meu bebê...” eu não tenho aquele sentimento de que “ai vai passar, ai ele vai nascer com isso”, pra mim, “ai ele não vai ser, ele vai tomar o xaropinho bem direitinho, bonitinho, e vai ser como o outro” taí saudável. Então, aí eu vejo assim. Não vejo que meu filho vai ser soropositivo. 

Eu tenho sempre na mente que o meu bebê não vai ter nada, que ele nunca vai ter nada. Eu tô sempre pensando positivo. Acredito que vai dar certo. Espero que ele vai ser saudável, que nasça bem e com saúde, como o meu filho é hoje. E que não seja um portador. Se não ficar, eu fico muito aliviada se isso acontecer. Porque eu acho que com tudo e com tudo, quando eu resolvi engravidar é porque eu sabia que existia uma possibilidade enorme de eu ser soropositivo e meu filho não. Isso daí me deu a coragem de engravidar e de estar lutando, tá batalhando pra continuar viva e criar ele. 

Meus filhos são todos negativos, espero que esse daqui vai negativar também, igual dos outros. Um dos meus filhos nasceu positivo, dei o AZT pra ele durante 6 semanas e com 1 ano e 8 meses negativou, ele tá com 4 anos hoje. Então, eu creio, tenho certeza que esse vai ser a mesma coisa. Que ele não tenha nada. As minhas expectativas são de que ele realmente não tenha o vírus. Eu torço que não, como todas as mães torcem que não. Vou fazer o possível pra ele negativar que eu tenho certeza que isso vai acontecer. Esse AZT, pelo que eu sei, ele é bastante seguro, não é 100% de chance de ele não ter, entendeu? Não vou amamentar ele, vou separar tudo, como eu fiz do meu último filho. O importante é a medicação, eu dando pra ele e acompanhando até os 3 anos. 

Quero fazer de tudo o possível, como eu fiz pros outros, eu quero fazer pra ele também. A única coisa que eu quero é salvar ele. Não fazendo o tratamento você corre o risco, imagina sem fazer, aí é que nasce mesmo! Porque o que me fez engravidar foi eu não ter criado os meus filhos, meu marido não ter filho nenhum e eu ter a vontade de ser mãe realmente. Tô dando toda a minha atenção. O meu amor, carinho
pra ele. Tem tudo. Agora, se ele nascer eu não sei como vai ser a minha reação. Eu não consegui nem reagir direito a minha, principalmente a dele agora. Eu tenho consciência que ele pode nascer com o vírus que nem o meu outro bebê. Mas também ele nasce com os anticorpos da mãe, né, que falam. Eu só vou ter certeza mesmo depois que ele nascer é que eu vou ficar sabendo. Aí, eu tenho que aceitar. Eu vou cuidar, fazer o que eu puder por ele. 

Eu já vi caso de criança nascer, ficar doente, pneumonia, depois morrer assim no braço da mãe. Eu não sei se vou agüentar (chora), de não conseguir prosseguir, como eu já falei, como ele nascer doente. Porque pode dar menos chance de vida depois que ele nascer. Se por acaso for, a gente vai lutar, porque a criança tem a chance de negativar até os 6 anos, 5 anos, então eu vou continuar, porque ele pode nascer e depois negativar. Ele também tem a chance assim de um mês negativar num primeiro exame que eu fizer ele já é negativo, entendeu? Porque ele vai começar a produzir seus anticorpos. E aí ele será uma criança normal. Mas eu costumo não ficar pensando. A única coisa que eu quero é a salvação dela, porque o resto... Porque o mais importante é pensar na minha filhinha, só penso nela, agora que eu descobri que é menininha."


quarta-feira, 14 de setembro de 2011

DOENÇAS RESPIRATÓRIAS COM TEMPO SECO

Em vários locais do país tem se verificado um aumento substancial no atendimento de doenças respiratórias decorrentes da baixa umidade do ar. Principalmente, naqueles indivíduos com alguma alergia respiratória preexistente.
O registro de índices de umidade no ar muito baixos – em São Paulo chegou a 11% quando o ideal deveria ser de 60% - pode causar irritação nos olhos, garganta e nariz de indivíduos sadios, além de piorar a situação de pessoas com rinite alérgica e asma. Acredita-se que este clima seco possa durar até, pelo menos, o início de outubro.
Muitas pessoas que pensam estar sempre com resfriado, na verdade, tem rinite alérgica. Esta doença se caracteriza por obstrução do nariz freqüente, espirros repetidos e coceira no nariz, olhos, garganta ou ouvidos. Isto, com o clima seco, tende a se agravar uma vez que o oxigênio entra mais seco pelo nariz, levando à inflamação e produção excessiva de secreção.
No nariz, o ar deve ser umidificado e filtrado. Com a umidade muito baixa, o ar chega ainda muito seco nos pulmões e também dificulta a situação dos asmáticos.
A asma brônquica ( também conhecida como bronquite asmática ) se apresenta com crises de tosse associada, na maioria das vezes, à falta de ar e chiado no peito. Estes sintomas podem ser intermitentes ou persistentes e, se não tratados, podem causar muitos prejuízos à vida destes doentes e até a morte.
Muitas vezes, há a associação da rinite alérgica e da asma. Estes indivíduos também podem apresentar alguma alergia de pele e, sobretudo no clima seco, alergia nos olhos que se apresentam como coceira nos olhos e pálpebras, ardência, sensação de “areia nos olhos”, lacrimejamento, olhos vermelhos, inchaço nas pálpebras ou fotofobia ( dificuldade para olhar para luz).
 O cuidado com gestantes, crianças e idosos precisa ser redobrado quando o tempo estiver seco e se for necessário procurar um médico.

Recomendações de saúde frente ao tempo seco:

  • Usar umidificadores de ar ou colocar uma vasilha com água ou toalha molhada no lugar onde irá dormir;

  • Manter a casa higienizada, arejada e ensolarada;

  • Tomar bastante líquido para hidratar corpo e secreções;

  • Evitar exposição prolongada a ambientes com ar-condicionado, já que este ajuda a ressecar o ambiente;

  • Realizar atividades físicas antes das 10h ou após 17h, quando o ar está mais úmido;

  • Forrar travesseiros e colchões com plástico, usar edredons ao invés de cobertores, retirar tapetes ou objetos que acumulem pó como livros, revistas, brinquedos de pelúcia e caixas;

  • Evitar produtos de limpeza com cheiros fortes;

  • Usar persianas laváveis;

  • Evitar plantas dentro da casa;

  • Não deixar ninguém fumar dentro de casa;

  • Usar roupas leves quando a temperatura estiver elevada;

  • Usar soro fisiológico para os olhos ou narinas se houver irritação;

  • Evitar animais dentro de casa.


Fonte: ABC da saúde