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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Promoção Acalanto – sessão de fotos newborn com Carol Souza


Oi pessoal!

A Carol Souza é a mais nova parceira do Acalanto!

Ela é fotografa, especialista em fotos de recém nascidos, e esta voltando a BH depois de uma temporada na Austrália. Para conhecer mais, deem uma espiada no site dela, aqui na barra lateral! Voltou com muita energia e começou uma parceria com a Luísa Fernandes (doula e fono), que vocês já conhecem aqui do Acalanto.

A Carol tira as fotos e a Luísa ajuda com os bebês e as mães! E para estrear essa parceria, nada melhor do que começar com um sorteio no Acalanto!

Confiram o que a Carol conta do seu trabalho!

“Bom dia a todas as futuras mamães!!!

Comecei a estudar a fotografia de recém nascidos na Austrália no ano passado e foi definitivamente a experiência mais recompensadora da minha vida. A vinda do neném recém nascido e o momento mais feliz na vida de uma mulher, e os primeiros dias de um bebê em seu lar são o começo de uma linda historia de amor. Aquele ser humano pequenininho acabou de entrar em sua vida e a cada dia que passa vai mudando, se transformando,e os pais vão se apaixonando por cada nova descoberta, cada sorriso, cada choro, cada momento.

E foi pensando nisso que eu voltei para o Brasil em marco deste ano para proporcionar esse serviço exclusivo para documentar cada dobrinha, cada alegria, fazendo de tudo de capturar da melhor maneira o amor e a alegria, com muita sensibilidade e cuidado. As primeiras fotos do seu bebe são as que você sempre vai olhar durantes anos e anos... Na primeira festa de aniversario ou quando seu filho chegar em casa com a primeira namorada, ou quando for para a faculdade e ate quando se casar. Você vai sempre se lembrar daqueles pezinhos bem pequenininhos, da carinha que seu filho fazia antes de chorar e a paz em que ficava enquanto adormecia.

E para mim como fotografa e profissional, nada me deixa mais feliz do que a felicidade e a emoção nos olhos dos pais ao ver fotos prontas.

A maior preocupação dos pais e a respeito da segurança do bebe durante as sessões fotográficas. É aconselhável que a sessão seja durante os primeiros 15 dias da vida do bebe, quando ele ainda tem as dobrinhas e a mobilidade que resultam em lindas fotos. E quando os padrões de sono são mais longos e mais estáveis, o que e essencial para o sucesso da sessão pois o bebe precisa estar adormecido e relaxado.

E para o Carol Souza Photography a segurança do seu bebê vem em primeiro lugar. Os pais terão a opção de nos receber em sua casa, onde levaremos todas a estrutura necessária para o trabalho, e terão também a opção de ir até a minha casa onde terei tudo pronto e organizado para a sessão. E claro, a limpeza e assepsia é imprescindível para o sucesso do trabalho e para a saúde do bebê. Como parceiras durante a sessão, sempre conto com a ajuda de profissionais na área da saúde, neste caso, a Luisa Fernandes, que e uma Doula qualificada e trabalha nesta área há anos e também a criadora deste site maravilhoso.


Então no mês de Junho duas seguidoras do site, sorteadas, ganharão uma sessão newborn avaliada em R$800, que inclui o tratamento e um DVD comas fotos em alta, media e baixa resolução!

E as que não ganharem, mas ainda querem muito um trabalho diferenciado com seu bebê, me enviem um email mencionando o site e ganharão um desconto de 50%”


Então, vamos sortear duas sessões de fotografia newborn, para bebês recém nascidos, de 1 dia até 6 meses de idade.

Todos os leitores podem participar, concorrendo para seu bebê, para dar de presente para um bebê querido a sessão, ou as gestantes que tem a DPP para junho. Atenção, as fotografias só serão realizadas em Belo Horizonte ou região metropolitana!

Para participar é só seguir os seguintes passos:
3-    Responder as seguintes perguntas no comentário desse post
a.     Nome Completo
b.     Cidade/Estado
c.      E-mail
d.     É gestante? Se sim, esta com quantas semanas?
e.      Divulgou essa promoção no seu blog, twitter ou perfil do Facebook? Se sim, cole aqui o link da divulgação.
f.       Descreva a fotografia do seu bebê que gostaria de ter em um quadro ou porta retratos na sua casa! Um desafio para a Carol Souza buscar essa foto dos sonhos!

Super dica do sorteio! Quem divulgar essa promoção no blog, twitter ou facebook pode concorrer o dobro, triplo ou quádruplo de vezes!!!
                                                                        
O sorteio será dia 18, na terça a noite! Então vale se inscrever até as 18 horas! É uma promoção relâmpago! Então não percam a oportunidade!!!

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Ações de Saúde baseadas em Evidências Científicas – O recém nascido e tipos de parto


Vamos a mais um da nossa série de Artigo!
Quem quiser saber de onde surgiu essa ideia aqui no Blog, é só acessar o primeiro da série de posts, que além do início da história fala também dos bancos de dados para encontrar os artigos e apresenta o primeiro sobre puericultura.


Artigo: ASSOCIAÇÃO DA VITALIDADE DO RECÉM-NASCIDO COM O TIPO DE PARTO

Autores: Débora Thompson Biasoli Franceschini e Maria Luzia Chollopetz da Cunha (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)

Revista: Revista Gaúcha de Enfermagem 2007;28(3):324-30.

Resumo: Este estudo tem por objetivo associar o escore de Apgar do primeiro e do quinto minuto de vida com recém nascidos de parto normal e de cesárea. A população foi constituída por 150 recém-nascidos a termo, sendo 75 nascidos de parto normal e 75 de cesárea. Os resultados apresentaram diferença significativa (P=0,046) nos escores de Apgar de 4 a 6 no primeiro minuto de vida, demonstrando uma tendência de diminuição na vitalidade nos bebês imediatamente após o nascimento quando nascidos por cesárea. Os recém-nascidos de sexo masculino parecem ser mais influenciados sobre a via de nascimento com relação aos do sexo feminino, pois apresentaram um menor escore de Apgar no primeiro minuto de vida, com diferença significativa (P=0,004), quando nascidos por cesárea. Em recém-nascidos a termo, o peso não apresentou relação com a alteração na vitalidade quando associados ao tipo de nascimento.

Comentários: O artigo apresenta uma série de números e tabela, além da linguagem científica, o que pode dificultar um pouco a leitura para quem não é da área, mas trás algumas informações importantes e interessantes:
a)      Descreve de forma clara e detalhada o que é o APGAR e como é medido. Assim os pais podem entender o que significa essa notinha que seus filhos recebem no primeiro e quinto minuto de vida.
b)      Expõe quais as alterações físicas e químicas que o recém nascido passa ao nascer, sendo elas adaptações sanguíneas que se relacionam ao inicio da respiração e adaptações de temperatura corporal, que são facilitadas no parto normal durante o período de expulsão, que não existe nas cesarianas.
c)      Chama atenção para as principais indicações para a cesárea, dentre elas a desproporção céfalo-pélvica, sendo esta uma indicação questionável quanto aos critérios médicos.
d)     Reforça as orientações da OMS quanto a priorização dos partos normais.
e)      Traz como principal resultado mais uma vantagem para o Parto Normal, sendo o bebê nascer mais alerta, dispensando manobras e cuidados extras no primeiro minuto de vida.

Quem ler e gostar, ou não gostar, comenta mais sobre o artigo aqui! Assim podemos ir trocando informações! Quem tiver sugestões também de artigos para serem colocados no blog é só mandar!

Já postamos aqui resumos e comentários de artigos que falam sobre:
Parto Domiciliar;

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

O meu nascimento


 Desde que fiz o curso para ser Doula que comecei a pensar na minha história de parto! Isso é, como foi o meu nascimento. É uma das primeiras perguntas do curso, se conhecemos essa história! E coincidentemente também uma das primeiras perguntas que a Fernanda aqui do grupo Acalanto faz as futuras mãe e pais que participam do nosso curso!

Quando a mulher entra em trabalho de parto ela não carrega apenas a historia desse parto, mas também a historia de outros partos, ou outros não partos. Sejam por cesariana agendada ou abortos. Carrega também as historias de parto da sua família, das mulheres da sua família e especialmente da sua mãe. Consequentemente a historia de seu nascimento influencia muito em como desenvolve o seu trabalho de parto.

Primeiro vem os mitos. Se os partos da minha mãe foram rápidos o meu também vai ser! Se a minha avó não precisou de anestesia eu também não preciso! Se a minha mãe não teve dilatação ou passagem, eu também não vou ter. E por ai vai... são todos mitos porque não há previsão. Todas as mulheres têm seu corpo preparado para parir e o que vai influencia nesse caminho depende muito mais de questões psicológicas e do ambiente que nos cerca do que característica genéticas da família ou dos exemplos.

Agora se o fator psicológico é muito importante, não podemos negar a relevância de trabalhar o nosso nascimento antes ou durante a gravidez para conseguir ter um parto como desejamos!

Não estou grávida e os planos de engravidar são para o futuro. Mas como o desejo é grande e estou sempre rodeadas de grávidas penso muito nessa minha história de nascimento!

Recentemente acho que comecei a me resolver com ela! E por isso resolvi compartilhar aqui! Escolhi o dia do meu aniversário de 27 anos para fazer essa postagem, para mim, uma data mais que apropriada, especialmente porque adoro meus aniversários!

Penso muito também na historia a minha amamentação, mas essa ainda não está resolvida e vou separá-las aqui, apesar de ser uma continuidade da outra, para partilhar com vocês! E espero logo vir contar sobre essa outra história!

Bom... a minha história é a seguinte!

Minha mãe estava no clube Campestre, acompanhada da minha avó (sua mãe) e algumas irmãs, irmãos e cunhadas. Dentre as cunhadas, uma médica. Lá no clube ela entrou em trabalho de parto. Ela relata que sempre desejou um parto normal e estava esperando inclusive que eu atrasasse alguns dias da data marcada, por seu colo ainda estar fechado (de acordo com última consulta a obstetra), o que não aconteceu.

O trabalho de parto começou e ela continuou tranquila, caminhando na piscina infantil. Ligou para o meu pai que estava trabalhando em outra cidade e pediu que ele viesse para o nascimento da primeira filha.

A história tem alguns buracos, já que sempre que conversamos sobre esse assunto não fico enchendo minha mãe de perguntas... deixo ela contar o que lembra... o que percebe... o que se relaciona ao assunto do momento... sei lá... acho que assim cada dia nos duas vamos trabalhando isso e descobrindo novos pequenos detalhes.

Depois do clube minha mãe foi para o hospital. Provavelmente passaram em casa antes... um dos detalhes que não perguntei... 

No hospital minha mãe estava acompanhada pela cunhada médica, já que meu pai ainda não tinha conseguido chegar. Esse vai de um lugar pro outro e espera durou o dia todo, já que minha mãe começou a sentir contrações de manha no clube e eu só nasci às 23 horas. Em momento nenhum minha mãe relata medo do parto, ansiedade ou ter saído correndo para o hospital. Parece ter sido tudo com bastante calma.

O parto normal ainda fazia parte dos planos, até que a obstetra, relatou a minha ame que ela não estava dilatando e sugeriu romper a bolsa. Minha mãe concordou e a bolsa foi rompida. Nesse momento elas ainda não estavam no centro cirúrgico, já que minha mãe relata que foi depois disso que a minha tia começou a trocar de roupa para entrar com ela. Estavam ainda no quarto. E a obstetra, ao observar a cor do líquido amniótico e a quantidade de mecônio informou a minha mãe que não esperaria nem mais um minuto para fazer uma cesariana.

Minha mãe relata que pediu para esperar meu pai, mas a médica não concordou e minha tia apoiou a decisão da médica. Quando estavam entrando na sala de parto meu pai chegou e pode entrar junto com minha mãe. Nesse momento em que meu pai não chegou e a médica ordenou uma cesariana de emergência minha mãe relata ter ficado muito ansiosa. Ao contar a historia seu tom de voz chega até a mudar!

Essa parte da historia sempre me indignou! Como assim minha mãe não tinha dilatação??? Qual a probabilidade de uma mulher saudável em trabalho de parto não ter dilatação? (Não consigo encontrar esse dado em lugar nenhum!) Será que era desculpa da obstetra que estava cansada de esperar a evolução do trabalho de parto? Será que minha mãe não estava em trabalho de parto? E esse mecônio? Era tanto mecônio assim? Eu estava realmente em sofrimento fetal?

A história ainda continua. Após a cesárea, que correu bem, eu fui levada para a incubadora onde fiquei por algumas horas. Ninguém explicou para a minha mãe porque eu estava na incubadora, ela até hoje não sabe. A explicação dela para a ida a incubadora era que tinha mecônio no liquido amniótico e que eu tinha uma circular de cordão.

Fiquei pensando assim... como a minha mãe não sabe disso? Como assim ninguém informou? Será que tinha algum problema mesmo ou eu só estava na incubadora para aquele procedimento ridículo de aquecer o bebê? E ainda... será que a minha mãe realmente queria um parto normal? Se ela queria, porque não se informou mais?

Minha mãe relata que ficou brava por não ter conseguido o parto normal. Diz que a sua médica não a preparou para a possibilidade de uma cesárea e que ela sofreu muito com isso e com o pós operatório.

Esse relato me convence de que ela realmente desejava um parto normal. A sua calma para chegar ao hospital me convence de que ela estava preparada para um parto normal. Talvez ela não tenha conseguido ter acesso a todas as informações que podemos ter hoje com a internet, e talvez se tivesse, o curso dessa historia teria sido diferente. Mas ela se informou o máximo que pode. Não sei exatamente porque, mas saber que minha mãe realmente desejava que eu nascesse de parto normal é muito importante para mim.

Menos de um ano depois minha mãe engravidou novamente. Começou a tomar anticoncepcionais, mas não entendeu que no primeiro mês ele ainda não faria o efeito de evitar a gravidez e então ficou grávida. Foi um susto, mas quando já tinha se acostumado com a ideia e contado a novidade a todos... teve um aborto espontâneo. Faz pouco tempo que ela me contou sua dor em relação a esse aborto. E ao relatar sua dor, contou que a maior angustia foi durante as semanas que ficou esperando seu corpo expelir o seu bebê morto. Ficava ali, ansiosa, andando como se nada estivesse acontecendo, esperando ter uma hemorragia.

Fiquei imaginando sua dor e conhecendo a minha mãe, o quanto essas semanas devem ter sido difíceis...

A expulsão do feto não aconteceu de forma espontânea. Mais uma vez a obstetra constatou que minha mãe não tinha dilatação uterina. Foi necessário realizar uma curetagem mais complicada, que ela lembra ter ido para o bloco cirúrgico para tal. Não sabe se recebeu ocitocina artificial para a dilatação, mas sabe que foi um procedimento dolorido e difícil. 

Acho que talvez mais dolorido no coração...

Anos mais tarde minha mãe engravidou novamente do meu irmão. Ela diz que algumas pessoas sugeriram agendar uma cesariana. Que nessa época isso já era “moda”, mas relata que sua médica não concordava e que ela se recusava a mudar o mapa astral de seu filho. Bom... o tempo passou e minha mãe entrou em trabalho de parto prematuro. Tomou remédios para inibir as contrações e fez repouso, o que só funcionou por uma semana. Não fez a cerclagem e entrou em trabalho de parto ativo. Mais uma vez ela relata não ter dilatação e que por isso fez a cesariana. O procedimento correu bem e meu irmão nasceu um enorme prematuro com mais de 3kg, indo para a casa no dia seguinte sem nenhuma complicação.

Será que a obstetra toparia fazer um parto normal em um pré maturo e após uma cesariana? Um VBAC em pré maturo? Sempre desconfiei que não... e achava mais uma vez furada a historia da não dilatação...

Outro dia questionei para  aminha ame se a obstetra dela era realmente a favor do parto normal. Pesquisei então o nome dela no Google e não é que, para minha surpresa o nome dela aparece ligado a diversas organizações que defendem o parto normal, além de ser fundadora do banco de leite do Odete Valadares?

Tá! Isso não quer dizer que ela teria bancado um VBAC em pré maturo.... mas me tranquilizou quanto a escolha da minha mãe de seu obstetra. Também é importante para mim saber que ela realmente escolheu um médico que apóia o parto normal. E somando todas as histórias de “não dilatação” da minha mãe, conclui que pode ser que ela tenha sim dilatação, mas o que conseguiu entender da médica falando foi isso. Realmente a quantidade de mecônio deveria ser indico de sofrimento fetal pela pressa da médica... não sei o que impediu que minha mãe tivesse seu desejado parto normal... acho que não foi algo físico, mas talvez algo emocional... 

Ou melhor... espero que seja algo emocional... e que com essas conversas nos duas possamos superar o emocional.... para que eu possa ter o meu sonhado parto natural em casa. Acho que toda a minha indignação por não ter sido parida na verdade é um medo de não conseguir parir... mas saber que minha ame desejou um parto normal, tinha informações e escolheu um bom obstetra me tranquiliza... não sei porque... mas me tranquiliza... talvez eu nunca saiba de todos os mínimos detalhes do meu nascimento... talvez eu nunca descubra porque fui para a incubadora... talvez as informações que faltem façam a diferença, talvez elas não mudem nada...

Tenho uma sensação de que se minha mãe desejou eu nascesse de parto normal é porque eu posso ter meus filhos de parto normal. Maluquice? Talvez... Me diz também que se eu não conseguir ter um parto como desejo que amarei meus filhos tanto quanto fui e sou amada...

Não sei se esse texto enorme fez sentido para alguém! Mas para mim fez! Espero que ajude mais mulheres a trabalharem seus nascimentos e sei que me ajudou a continuar trabalhando meu, mas agora com menos ansiedade e mais certezas...

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Ações de Saúde baseadas em Evidências Científicas - Puericultura


Outro dia uma doulanda me pediu artigos sobre os assuntos que envolvem as questões do parto humanizado e natural e de cuidados respeitosos aos recém nascidos. O objetivo dela era mostrar artigos que comprovem as ações baseadas em evidências científicas que tanto falamos, para convencer o marido cético.

A ideia deu certo, e o marido, depois de ler muito sobre o assunto, se convenceu e passou a apoiar a mulher em suas decisões.

Fiquei pensando nisso e como sou parecia com “esse marido”, que poderia ser qualquer pessoa. Não adianta me falar que isso é verdade, ou aquilo é certo e já foi comprovado por evidências científicas. Eu preciso de ler artigos falando sobre o assunto e realmente entender a veracidade das comprovações científicas.

Foi por isso que resolvi fazer aqui no Blog uma série de POSTS falando sobre artigos científicos interessantes. Vou colocar o resumo, a fonte e alguns comentários, assim cada um pode buscar os artigos que mais interessarem para ler na integra e socializar com quem mais quiser saber sobre o assunto! Todos os artigos que serão postados poderão ser acessados pelas bases de dados BIREME, SCIELO, COCHRANE ou no  GOOGLE ACADEMICO.

Vamos ao primeiro!


Artigo: Práticas baseadas em evidências para a transição de feto a recém-nascido


Autores: Judith S. Mercer, Debra A. Erickson-Owens, Barbara Graves, Mary Mumford Haley (University of Rhode Island)

Resumo: Muitas práticas comuns de atendimento durante o parto, nascimento, e no pós-parto imediato impactam a transição de feto a recém-nascido, incluindo a medicação usada durante o parto, protocolos de aspiração, estratégias para prevenir a perda de calor, clampeamento do cordão umbilical, e o uso do oxigênio 100% para a reanimação. Muitas das práticas de atendimento usadas para avaliar e manejar um recém-nascido imediatamente após o nascimento não tem eficácia comprovada. Não se obteve resultados definitivos a partir de estudos sobre os efeitos da analgesia materna no recém-nascido. Embora o clampeamento imediato do cordão umbilical seja uma prática comum, evidências recentes advindas de ensaios controlados randomizados de grande porte sugerem que o clampeamento tardio do cordão umbilical protege a criança contra anemia.

Comentários: O artigo é bem completo e aborda uma revisão bibliográfica sobre os principais cuidados com o recém nascido após o parto. Aponta o que tem evidencia comprovada e o que não tem. É claro e direto, de fácil leitura para profissionais de saúde, mães e pais. Como aborda muitos procedimentos é um pouco extenso, mas vale a leitura.

Quem ler e gostar, ou não gostar, comenta mais sobre o artigo aqui! Assim podemos ir trocando informações! Quem tiver sugestões também de artigos para serem colocados no blog é só mandar!